A
té ao fim de 2017, sete das maiores oito companhias do mundo serão grandes tecnológicas Daniel Proença de Carvalho, chairman do Global Media Group, ao qual pertence o Dinheiro Vivo, dá as boas-vindas à audiência da conferência de aniversário do Dinheiro Vivo. “De acordo com um estudo recente da espanhola Arcano, até ao fim de 2017, sete das maiores oito companhias do mundo serão grandes tecnológicas”, explicou o responsável, frisando que há cerca de dez anos, havia apenas uma no top 25. Em 1960, a General Motors era a companhia mais valiosa do mundo, com 600 mil empregados. Valia 7,6 mil milhões de dólares (aos valores atuais). Hoje, a empresa que mais vale, recordou Daniel Proença de Carvalho, é a Apple, 84 mil milhões, mais de dez vezes a General Motors, mas só com 116 mil funcionários. “O que acelera esta disrupção tecnológica é a capacidade crescente de se processar informação, através de poderosos algoritmos que tratam e analisam esses dados.” O avanço da robótica e da inteligência artificial é um processo de avanço como foram as anteriores revoluções, que existem desde há vários séculos. “Acredito, numa perspetiva otimista, na capacidade de adaptação das pessoas.” O chairman da Global Media Group admitiu na necessidade de readaptação e preparação de recursos, frisando o papel das universidades e do Instituto Superior Técnico, onde ocorre a conferência. “Estou certo que sairemos desta sala mais conscientes e preparados para enfrentar o futuro”, concluiu Daniel Proença de Carvalho.
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